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Mortalidade infantil

DGS cria grupo de trabalho para estudar dados dos últimos anos.

A mortalidade infantil é uma das melhores demonstrações da evolução qualitativa dos cuidados de saúde e das condições socioeconómicas em Portugal. Nesse sentido, a Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou a constituição de um grupo de trabalho para melhor estudar a mortalidade infantil e as suas componentes.

Os resultados do estudo do grupo, que junta peritos internos e externos, vão ser apreciados por um segundo grupo de especialistas, antes da sua divulgação.

Este trabalho insere-se na missão da DGS de informar, com rigor e transparência, a bem da saúde dos portugueses.

A DGS gere o Sistema de Informação de Certificados de Óbito (SICO), que permite fazer a vigilância epidemiológica da mortalidade em Portugal. Esta vigilância é complementada, periodicamente, por estudos mais abrangentes e aprofundados no sentido de clarificar o fenómeno e seus determinantes.

Os dados relativos à taxa da mortalidade infantil de 2018 são ainda provisórios, porque a autoridade de saúde aguarda o número de nascimentos apurado pelo Instituto Nacional de Estatística, e as causas ainda não estão todas apuradas.

No entanto, os dados provisórios da DGS apontam para uma taxa de mortalidade infantil (até ao primeiro ano de vida) de 3,28 óbitos por cada mil nados-vivos em 2018.